terça-feira, 5 de maio de 2015

SOS Nascentes


O Projeto SOS Nascentes foi implantado em Caçador no ano de 2005 pela administração pública, em convênio com a Casan, sendo acompanhado pelo setor de gestão compartilhada até 2009, quando foi criada a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Caçador (Fundema). Desde então as ações tornaram­-se responsabilidade da referida Fundação que, em 2013, estabeleceu parceria com a Epagri.
O principal objetivo do projeto é melhorar o índice de saneamento no interior do município, através da proteção de nascentes,  garantindo  a  disponibilidade  de  água,  em qualidade e quantidade suficiente  para  o consumo  humano  a  médio  e  longo  prazo, a implantação  de  sistemas  de  tratamento  de  efluente  doméstico  do  tipo  fossa, filtro  e  sumidouro, a fixação de pontos de  entrega  voluntária de materiais passíveis de reciclagem, a recuperação de APP’s (Áreas de Preservação Permanente) através da doação de mudas nativas e o cercamento das referidas áreas.
A proteção das fontes consiste na implantação do modelo Caxambu, que foi desenvolvido pela Epagri em Caxambu do Sul. Esse tipo de proteção possui vantagem ambiental, pois garante que a nascente não seja contaminada por agentes externos.
A doação de espécies nativas acontece durante todo o ano, porém para as propriedades nas quais foram instaladas proteções de nascentes, a recuperação de APP é obrigatória. Até este momento, foram realizadas 91 proteções, sendo que 84 delas foram feitas entre os meses de setembro de 2013 e abril de 2014.  A população total atendida pelo projeto já alcança a marca de 364 pessoas. Já está programada a realização de mais 50 proteções neste ano, aumentando a população atendida.


Fonte: www.epagri.sc.gov.br

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Ano Internacional dos Solos 2015: Solos Saudáveis para uma Vida Saudável


A América Latina e o Caribe têm as maiores reservas de terras cultiváveis do mundo, por isso o cuidado e a preservação dos solos são fundamentais para que a região alcance sua meta de erradicar a fome.
A FAO (Food and Agriculture Organization) é a responsável pela implementação do Ano Internacional dos Solos 2015 (AIS) no âmbito da Aliança Mundial pelo Solo e em colaboração com os governos e a Secretaria da Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação (UNCCD).
Os solos estão ameaçados pela intensificação e uso competitivo com fins florestais, agrícolas, pastoril e urbanização.
Solos saudáveis estão na base da agricultura familiar, na produção de alimentos e na luta contra a fome e, ainda, cumprem um papel como reservatórios da biodiversidade. Além disso, compõem o ciclo de carbono, por isso que o seu cuidado é necessário para mitigar e enfrentar as mudanças climáticas.

Como obter solos saudáveis?

  • Aumentar o conteúdo de matéria orgânica;
  • Manter a superfície com vegetação;
  • Utilizar sabiamente os nutrientes;
  • Promover a rotação de culturas;
  • Reduzir a erosão.
A saúde e fertilidade do solo têm influência direta sobre o estado nutricional dos nossos alimentos.


Fonte: http://www.fao.org


terça-feira, 14 de abril de 2015

Agricultores vão Receber por Preservar o Meio Ambiente



      Seis propriedades rurais de Bela Vista do Toldo, no Planalto Norte, e de Passos Maia, no Meio-oeste, vão receber por preservar a natureza. Os propriedades foram escolhidas pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) para receber ro Pagamento por serviços ambientais (PSA). O projeto é feito em parceria com a Epagri e Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDS), por meio do programa SC Rural.
As propriedades estão localizadas dentro dos Corredores Ecológicos Chapecó e Timbó, que somam 10 mil km² em 34 municípios. Essas áreas têm o objetivo de unir conservação da natureza com desenvolvimento local.
O pagamento pela preservação varia de R$ 87,50 a R$ 350 por hectare/ano, dependendo da qualidade ambiental da área,sendo que cada propriedade pode receber por no máximo três hectares e por um período de três anos. Atualmente estão em processo de vistoria mais 20 propriedades rurais. A meta do programa é a conservação de aproximadamente mil hectares de áreas naturais. 
    Os primeiros proprietários rurais que aderiram a este programa serão homenageados em 31 de março, em Chapecó; e em primeiro de abril, em Canoinhas.          



quarta-feira, 8 de abril de 2015

Adubo agrícola a partir de lodo de ETE


    As mil toneladas de lodo produzidas mensalmente pela CASAN, na Grande Florianópolis, passarão a ser transformadas em adubo. O projeto é uma parceria com a empresa Riovivo Ambiental de Gaspar, que irá inaugurar o primeiro secador de lodo do Estado. Após obter licença da Fatma, o que ainda não tem prazo para ocorrer, a produção poderá ser distribuída gratuitamente para agricultores da região.
     Hoje, todo lodo produzido é enviado para aterro sanitário, mas é visto pela própria Companhia como um desperdício. 
    O lodo é rico em matéria orgânica e possui nutrientes essenciais às plantas como nitrogênio e fósforo. Suas propriedades físico-químicas o tornam um excelente condicionador do solo, auxiliando na melhoria das práticas agrícolas.
     A Resolução Nº 375, de 29 de agosto de 2006, define os critérios e procedimentos para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário.
   A aplicação de lodo é extremamente importante para iniciar a formação de um novo solo, fornecendo matéria orgânica e nutrientes necessários para devolver à terra a sua fertilidade.

sábado, 21 de março de 2015

Barragem do Rio São Bento


A Barragem do Rio São Bento, localizada na Vila São Pedro, município de Siderópolis, é o principal reservatório de água da região Sul Catarinense. Sua implantação originou-se da necessidade de atender à demanda de água para abastecimento público de Criciúma e região, e também, por significar um fator indispensável ao crescimento regional, minimizando os problemas de conflito de uso da água.
Os recursos hídricos desta região sofreram uma crescente degradação provocada principalmente pela mineração do carvão que, por muitos anos, foi a atividade econômica predominante.
A barragem levou 25 anos para sair do papel. A superfície de água cobre 450 hectares. Ao fundo encontra-se a Serra Geral criando um cenário belíssimo.
Além da paisagem, um dos símbolos da comunidade também sofreu um grande impacto com as obras no local: a igreja de São Pedro. Da igrejinha da localidade que foi palco de tantas missas, batizados, casamentos e festas, hoje só resta a torre. Das muitas histórias na qual ela fez parte, nenhuma foi mais marcante do que a missa que marcou o fim da comunidade.
Os seis municípios atendidos pela barragem são: Criciúma, Forquilhinha, Içara, Maracajá, Nova Veneza e Siderópolis.
Para conhecer o local há dois acessos: uma área aberta ao público e o outro acesso é restrito aos funcionários da CASAN ou para visitas agendadas com finalidade técnico/educativa.


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Água de Lastro


O lastro consiste em qualquer material usado para dar peso e/ou manter a estabilidade de um objeto. Os navios carregaram lastro sólido, na forma de pedras, areia ou metais, por séculos. Nos tempos modernos, as embarcações passaram a usar a água como lastro, o que facilita bastante a tarefa de carregar e descarregar um navio, além de ser mais econômico e eficiente do que o lastro sólido. Quando um navio está descarregado, seus tanques recebem água de lastro para manter sua estabilidade, balanço e integridade estrutural. Quando o navio é carregado, a água é retirada.
Sérios problemas ambientais potenciais surgem quando a água dos lastros contém vida marinha, pois carregam espécies exóticas dentro dos tanques dos navios. As principais consequências negativas da introdução de espécies exóticas e nocivas incluem: o desequilíbrio ecológico das áreas invadidas, com a possível perda de biodiversidade; prejuízos em atividades econômicas utilizadoras de recursos naturais afetados e consequente desestabilização social de comunidades tradicionais; e a disseminação de enfermidades em populações costeiras, causadas pela introdução de organismos patogênicos.
É proibida a descarga de água de lastro em águas sob jurisdição nacional. A descarga só poderá ser efetuada em instalações de recebimento e tratamento de resíduos. Caso a descarga seja autorizada, não desobrigam o responsável de reparar os danos causados ao meio ambiente e de indenizar as atividades econômicas e o patrimônio público e privado pelos prejuízos decorrentes deste ato.


Fonte: http://www.planalto.gov.br
             http://www.mma.gov.br